terça-feira

O que é, mesmo, uma resenha?

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Veja definições segundo o guia para a elaboração de trabalhos escritos - UFRGS

Tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, inclui julgamento de valor, comparação com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero, por isso normalmente a resenha é uma tarefa para especialistas no assunto, como professores de determinada área.

Segundo Andrade (1997), resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e dissertação.

Estruturalmente, descreve as propriedades da obra (descrição física da obra), relata as credenciais do autor, resume a obra, apresenta suas conclusões e metodologia empregada.
Estrutura
A resenha deve ser escrita em terceira pessoa, implicando em certa neutralidade, o que é limitado, porque na seleção e organização do texto já ocorre intenção de quem escreve.
Elementos de Identificação
Uma resenha deve conter os seguintes elementos:
 - Autor; 
 - Título; 
 - Local da Publicação; 
 - Editora; 
 - Data; 
 - Edição; 
 - Tamanho; 
 - Autoria; 
 - Resumo; 
 - Tipo de Livro; 
 - Bibliografia; 
 - Apreciação.
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domingo

Concurso literário Trema de Literatura

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Prosa.
Aberto a todos os interessados e as inscrições vão até 25 de junho de 2017.
Mais informações, regulamento e inscrições nos endereços:
Premiação em dinheiro e livros
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sexta-feira

Se é escritor(a) – ou candidato a... – um concurso para você. Confira!

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e-Antologia - LuvBook

Para participar do concurso, deve ser escrito uma História inédita 
com o tema Amizade na categoria New Adult

Pontos importantes:

A história deve ser contemporânea.

Deverá ser publicado na categoria New Adult, que representa o público de 18 à 25 anos.

Precisa ser em português, não pode ser erótico (Hot, +18) e deve ter entre 50.000 e 90.000 caracteres(sem espaço).

Será aceitos histórias de 01 de Junho até 20 de Setembro de 2017.

Lei mais sobre como participar e premiação, aqui.

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domingo

Concurso Literário Mulheres Contistas

É uma edição específica para mulheres, ou melhor, para mulheres contistas.

As inscrições podem ser feitas via internet até o dia 20 de junho de 2017.

Confira mais informações abaixo:

Regulamento:

Contato - Mais informações e Dúvidas:

Organização:

Editora Zouk | Casa da Mãe Joanna

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quinta-feira

Nossas desculpas e esclarecimentos


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Pedimos desculpas aos nossos leitores usuais pela suspensão tão prolongada na atualização do nosso blog.

Problemas técnicos sérios e inusitados nos deixaram – pela primeira vez – sem alternativas por período tão longo.

Agradecemos muito pelas visitas e apoio tão importantes para nós e esperamos poder continuar contando com sua atenção.

 Um grande abraço


J.José/Cayero Fernandes/Paulo Athayde


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quarta-feira

Três concursos literários continuam com inscrições abertas. Ainda dá tempo!

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Para escritores, escrevinhadores e candidatos ao metiér. Ainda dá tempo! 

Ia dizer boa sorte, mas, não sei se cabe nestes casos, não é verdade?

- Prêmio São Paulo de Literatura (#Brasil)
a) Romances com primeira edição no Brasil no ano de 2016

b) Categorias: autor não estreante, autor estreante menor de 40 anos / maior de 40 anos

Premiação:

I) Prêmio em dinheiro

Prazo: 20 de abril de 2017

Mais informações, aqui.

- Concurso de Poesia Arte no Limite Humano
a) Aberto a todos os interessados

b) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)

Prazo: 28 de abril de 2017

Mais informações aqui.

- Prémio Literário Maria Rosa Colaço (#Portugal)
a) Voltado a cidadãos de nacionalidade portuguesa

b) Literatura Infantil

Premiação:
 
I) Prêmio em dinheiro

Prazo: 30 de abril de 2017

Mais informações aqui.
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É isso!

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segunda-feira

E aí, cadê os livros?... (e os leitores...?)

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Quando se fala em livros, mais especificamente na crise no universo dos livros, a idéia que nos surge são ‘só’ os romances e coisas do gênero, entre aspas, ou seja, a leitura em seu sentido mais cultural e/ou entretenimento.

O uso como aliado nos processos educacionais formais passa batido.

É que este binômio, cultura/entretenimento, vem encontrando adversários de peso sob a forma de milhões de celulares/smarts fones que inundam as cidades – quase um por habitante visível nas grandes cidades – o que configuram adversários, senão inimigos consideráveis. 

É a imagem mais comum: alguém passando o dedo na telinha em todo e qualquer lugar. Ver alguém lendo um livro... Pode-se até conceder um premio para quem vir um por aí.

Tudo isso aliado ao fato de o velho hábito de leitura não estar mais sendo ‘gerado’ via influencia/exemplo dos mais velhos em casa – leia-se pais – e sendo deixado meio de lado em outro local de ‘hábito/reprodução’ que seriam professores/escolas... Fica difícil.

Logo, com adversários de peso como enumeramos acima e sem aliados tradicionais... 

Veja que não fizemos referencia aos e-books, que, pelo visto atrapalham mais que ajudam nesta cruzada pro - livro.

Outro aliado de peso, a biblioteca, vem servindo mais como lugar de encontro para estudo /trabalho. Basta visitar uma e dar uma olhada em seu setor de empréstimos que, com certeza, estará às moscas.

A nível de empresas é um negócio como outro qualquer e se está “pegando” é hora de desativar, de mudar de ramo.

Uma saída seria atuação de governos, com políticas de incentivo ao livro, medidas que favoreçam tanto as empresas como ao livro/leitura em si, sobretudo no que se refere aos preços e facilidade de acesso. Como pode ver no primeiro link abaixo, sobre medidas tomadas que, ainda, não viraram moda, mas que contribuem neste sentido.
Veja também:
- Crise nas livrarias: a única saída é pensar em uma saída
Tivemos... O tempo do verbo é para não ficarmos fora dos novos tempos, já que o governo interino, pós-golpe vem investindo muito nesta área, sobretudo em desativar, desarticular, ‘desfinanciar... ’. Logo, a iniciativa local neste sentido, de estimulo ao livro, pode ter virado coisa do passado.

É o programa uma biblioteca por município dos ‘governos anteriores’. Veja aqui.
Como pode ver, é uma luta ‘sem quartel’, como se diz, e uma das frentes e a continuação, senão o resgate, de nosso apreço pelo binômio livro/leitura. É, parece a mesma coisas, mas nem todo mundo curte os dois

Eu, por exemplo, sou um aficionado, também, pelos livros. Como diriam, um bibliófilo típico.

E você, a quantas andam suas incursões nas páginas dos livros?

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sábado

Experimento prova que julgamos os livros pelas capas. Tem saída?

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Aliás, não só os livros. É público e notório que ‘a capa’ em qualquer situação costuma fazer a diferença, inclusive, sobretudo, em nossas relações pessoais.

Mas, voltando aos livros, para fugir do velho, e manjado, clichê, a saída é fazer o de praxe: leia alguma ‘coisa’ que saiu na mídia especializada sobre o dito cujo, e em contato com ele dê uma olhada ‘nas orelhas’, uma passada de olhos no prefácio, pince alguns pontos ao longo dele e dê uma sacada rápida... 

Daí terá mais chances de saber o que está, efetivamente, comprando (além da ‘capa’, é claro!). 

Este experimento foi feito nos EUA, mas, pelo menos em tese, não deve ter diferenças significativas em outros lugares.
Experimento prova que julgamos os livros pelas capas.
Você provavelmente já ouviu falar de Cinquenta Tons de Cinza, o romance erótico que virou um tremendo sucesso do dia para a noite.

Apesar de tanta gente ler (e gostar) do livro, nem todos os críticos ficaram impressionados com a qualidade da sua escrita. Ainda assim, é um declarado best-seller que conseguiu arrastar outras literaturas eróticas ao topo com ele.

Brian Brushwood e Justin Young, anfitriões do NSFW Podcast, notaram essa tendência enquanto Brian estava tentando vender seu livro sobre truques de mágica, “Scam School Book 2: Fire”. 

Olhando para o gráfico do iTunes, eles perceberam que o top 10 de livros mais vendidos era formado inteiramente por ficção erótica. 

A primeira coisa que pensaram? “Nós poderíamos fazer isso”. E é assim que um experimento inteligente começou. 

Eles pediram para seus ouvintes enviá-los capítulos do livro, com um personagem principal e muitas cenas de sexo mal escritas. Então, o eles reuniram os capítulos, criaram uma capa muito parecida com a de Cinquenta Tons de Cinza, atribuíram o livro a uma escritora ficcional (Patricia Harkins-Bradley), e o postaram no iTunes por 0.99 dólares (cerca de R$ 2).

Eles pediram a seus leitores para comprá-lo, e assim empurrá-lo um pouco nos gráficos, e aguardaram. Intitulado “The Diamond Club” (O clube do diamante, em português), o livro completamente escrito pela internet com um roteiro bagunçado e incoerente subiu para a 4ª posição de mais vendido no iTunes.

Por quê? Porque tinha uma capa inspirada em Cinquenta Tons de Cinza, personagens com trabalhos característicos que podem ser considerados “na moda”, como designer de cupcake, blogger, etc, e muito, mas muito sexo.

Isso é o suficiente para transformar um livro em um best-seller? Sim. Mesmo com as opiniões ruins de quem realmente leu o livro, só porque ele se parecia com qualquer outro romance erótico, vendeu como bala. Alegadamente, a dupla já ganhou mais de $20.000 (cerca de R$ 40 mil) com o romance.

Esta não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 1969, 24 jornalistas escreveram um romance (Naked Came the Stranger) cheio de sexo com uma trama incoerente, má escrita, diálogo sem sentido e mais um pouco de sexo, só para provar o quão profundo a cultura literária americana tinha afundado. E nem precisou que a internet os ajudasse: o livro também se tornou um best-seller
[OddityCentral]


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