sábado

Comemore! O Brasil bateu recorde em crescimento na venda de livros em 2015

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Isto é uma coisa, como se diz. Uma notícia tão boa, que não é tão nova (26/04/2016), que lança uma brisa suave sobre o cenário que vem se desenhado nos últimos meses no país, onde coisas assim, notícias boas como esta, dificilmente seriam constatadas, e festejadas.

O aumento pelo apreço ao livro, à leitura, sobretudo em um cenário tão informatizado, tão “celularizado” (existe isso?), quando vemos – acabo de chegar de uma grande livraria – onde as poltronas agora são divididas entre as pessoas que lêem ou folheiam livros, e revistas, e aqueles que aproveitam o aconchego do local para ficarem alisando suas telas de celular/smarts, na maior, como se diz.

Então, se gosta de ler, e de livros, e se gosta de saber que tanta gente, também gosta, festeje.

"Em 2016, o Brasil foi apanhado com uma notícia surpreendente, mas muito positiva: as vendas de livros em território brasileiro cresceram! E não estamos a falar de um crescimento pouco significativo. De acordo com as estatísticas da Nielsen, OpenBook e GfK (divulgadas durante a abertura da feira do Livro de Londres 2016), o Brasil foi, na verdade, o país onde as vendas de livros mais cresceram em todo o mundo.

Esta tendência já tinha dado sinais de crescimento em 2014, quando foi registrado que as vendas de livros no Brasil tinham aumentado 14,4% face ao ano anterior. Em 2015, o crescimento voltou a ser notado, desta vez com uma percentagem que se manteve nos 10,7%. Um excelente número para o mercado brasileiro." (via Mundo dos Livros)

O crescimento não ocorreu na mesma medida com o livro digital, o que, idiossincrasias à parte, não considero uma notícia tão ‘ruim’ assim,  que o livro, o de papel, mesmo, é o que interessa.

Brincadeiras à parte, o mercado do digital no país ainda é incipiente e não teve crescimento tão relevante, ficando, estagnado, diga-se de passagem, em índices que vão de 2 a 3% das vendas, quando em países como os EUA isto chega a ser da ordem de 20 a 25%. 

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terça-feira

A ética ou os 13 mandamentos do livro. O que não deve fazer ‘na área’

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É um decálogo... Como seria o nome de ‘13’? Detrésimo? Acho que isso aí seria uma expressão da criptografia, mas, voltando, seriam as 13 ‘regras éticas’ envolvendo a transação informal de livros, ou de livros. Trocando em miúdos, aquilo que não se deve fazer na 'área’.
 "Ética do livro: Os 13 mandamentos 
Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula.

Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública. 

É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.

Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres)
1 — Se pegou emprestado, devolva.
2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.
3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.
4 — Se perdeu, compre outro e devolva.
5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.
6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.
7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.
8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.
9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.
10 — Não empreste livros que pegou emprestado.
11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.
12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.
13 — Não misture com seus livros.
 Na Revista Bula

E aí, já andou ‘pisando na bola’? Ou seja, desrespeitando alguma das regrinhas acima? Se sim, nada o impede de retificar, ou melhor dizendo, corrigir ou consertar a ‘coisa’.

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sábado

A biblioteca que, em vez de livros, empresta contadores de histórias

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É o livro. Mais precisamente mais uma de suas metamorfoses, adaptando-se as necessidades imediatas e locais, comprovando a sua função universal de adicionar, agregar conhecimento, informação, encontros... Adicionar vida!
“A biblioteca que em vez de emprestar livros empresta pessoas para contar histórias
Bom dia? Eu posso levar esta pessoa emprestada por meia hora, por favor?

É algo mais ou menos assim, em que se pode perguntar na biblioteca humana, que é um projeto onde em vez de oferecer livros para levar, oferece diferentes pessoas com histórias interessantes para contar.

ideia de organização da “Biblioteca Humana” é romper barreiras entre as pessoas e promover o diálogo e a compreensão.

Leitura para escapar da guerra: assim é a biblioteca secreta subterrânea na Síria. São 4 bibliotecas secretas que revelarão grandes tesouros da história.

O sistema é muito simples: o usuário tem algo em torno de meia hora para escutar a este ‘livro vivo’, como também para fazer perguntas e conversar.

‘Os livros’ no geral são pessoas que foram vítimas de prejuízos, exclusão social ou que tenham sido estigmatizadas, para que o leitor tenha a oportunidade de refletir e revisar seus próprios conceitos e eventuais prejuízos.

Pode-se, por exemplo, consultar “o livro” Lee Co En, que trata sobre como é viver com nanismo.

Ou pode-se aprender, por exemplo, com o empréstimo do “livro” Michael, sobre as dificuldades de um jovem de comunicar-se com seus amigos e sua família sobre a sua decisão de converter-se em sacerdote católico.

É uma idéia que deu certo. O mais recente evento teve lugar em Cingapura, mas a Biblioteca Humana já está organizada em mais de 70 países em todo o mundo.

Na BBC, versão Blog do Linho

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quinta-feira

Livros incríveis que você pode ler em apenas um dia (ou menos)

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Mesmo que você seja meio seletivo (a) quanto ao estilo de livro/literatura que prefere ler, curtir, com certeza vai encontrar algum em meio a estas 15 opções de grandes livros de grandes autores da literatura mundial.

Vai encontrar clássicos, modernos e contemporâneos. Alguns deles são tão sumários que vai ler de uma só sentada.

Se você é, mesmo, chegado (a) à leitura já deve ter lido muitos deles (eu já li alguns...) 

Confira:

    1. Morte em Veneza

Autor: Thomas Mann

Ano: 1912

Nesta sensível e complexa obra do escritor alemão Thomas Mann, o leitor acompanha a história do amor platônico de Gustav von Aschenbach, um consagrado autor literário, pelo jovem Tadzio, de 12 anos, durante as suas férias em Veneza, na Itália.

Muita gente acha que a homossexualidade é o tema central em “Morte em Veneza”, o que está totalmente errado. Esta obra-prima da literatura faz uma análise muito profunda sobre os desejos, medos e esperanças das pessoas.


Este clássico, que foi adaptado para o cinema em 1971, sob direção de Luchino Visconti, pode ser facilmente “devorado” em apenas um dia!

    2. Fahrenheit 451

Autor: Ray Bradbury

Ano: 1953

Com menos de 200 páginas, os amantes de histórias distópicas de ficção científica não podem deixar de ler este livro!

Num futuro distante, o pensamento crítico se torna um crime. As pessoas são proibidas de expressar as suas opiniões, que passam a ser consideradas meras características anti-sociais.

E para aqueles que não conseguem ficar longe da literatura, o pior ainda está por vir: no mundo de Fahrenheit 451 todos os livros são proibidos!

Esta extraordinária obra teve uma adaptação cinematográfica em 1966, com direção do icônico François Truffaut!

    3. Bonequinha de Luxo

Autor: Truman Capote

Ano: 1958

Breakfast at Tiffany’s (título original em inglês) é uma das novelas mais populares de Capote, um dos mais conceituados escritores e dramaturgos norte-americanos.

Nesta obra, o leitor é apresentado a uma história singela e tocante sobre o mundo do luxo, do sexo e da amizade. Com certeza, uma leitura imperdível e que levará apenas algumas horas do seu dia!

    4. Mrs. Dalloway

Autor: Virginia Woolf

Ano: 1925

É um dos romances mais famosos de Virginia Woolf e pode ser lido em apenas um dia!

A obra narra a história da personagem Clarissa Dalloway, que se prepara para fazer uma grande festa. O modo como Virginia Woolf constrói o texto para que o leitor possa conhecer a protagonista é primordial!

Mrs. Dalloway é considerado um dos 100 melhores livros de todos os tempos, de acordo com vários especialistas em literatura mundial.

Se você é um verdadeiro leitor, Mrs. Dalloway é uma leitura obrigatória!

    5. Crônica de uma Morte Anunciada

Autor: Gabriel García Márquez

Ano: 1981

Este é um dos romances mais aclamados do colombiano Gabriel García Márquez.
Não é o fato de ser uma história curta que vai fazer você ler este livro em menos de um dia, mas o enorme desejo de desvendar os seus mistérios rapidamente!

A construção literária desta obra é uma prova da genialidade de García Márquez, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1982 (um ano após o lançamento deste livro).

    6. As Intermitências da Morte

Autor: José Saramago

Ano: 2005

O que aconteceria se a Morte entrasse de greve?

Nesta irônica e sarcástica história, Saramago divaga sobre a morte, a vida, o amor e vários outros aspectos que dão “sentido” a existência humana, numa dura crítica à sociedade moderna!

Se você está preso naquela escala chata no aeroporto, com certeza as horas passarão mais rápido com este livro!

Continue, são 15 sugestões, aqui.

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terça-feira

Porque você deve voltar a usar papel, escrever à mão, em suas escrevinhações

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Se você é candidato a escrevinhador – vulgo escritor –, ou mesmo um estudante ‘aplicado’, sabe por que você deve usar – ou voltar a usar – o papel para fazer suas anotações?

Pelo visto o teclado faz um desserviço à sua memória e ao processo criativo. É o que dizem pesquisadores das Universidades Princeton e Califórnia

Leia também: Usar o computador para 'tomar notas' compromete a memória e o aprendizado, diz estudo.

Ou seja, quem escreve informações à mão tem mais facilidade de compreendê-las e memorizá-las do que quem as digita. O motivo? O processamento de dados ocorre de forma mais superficial ao se usar o teclado, diz estudo.

Confira aqui, em inglês.

Logo, no caso, o teclado deve se limitar, apenas, a função de intermediário para suas publicações. Isto é, caso use a internet para isso, ou para, apenas, digitar os seus ‘atos criativos e escrevinhadores’, já que é bem mais ‘ágil’ que a ‘velha Olivetti’.

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domingo

Concurso ‘literário’ sobre Histórias em Postais

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É um “concurso literário” diferente, esse do jornal português o “Correio do Porto”, embora exija um padrão de ‘qualidade criativa’ desafiante, não é verdade?

Como pode ver no edital reproduzido abaixo, é simples, pelo menos em tese.


CONVOCAM-SE todos os interessados a participar na I edição de HISTÓRIAS EM POSTAIS do Correio do Porto, que consiste em escrever uma história no verso de um postal. O postal pode ser enviado em branco. O mais importante é a história.

Especificações:

Dimensão do postal: 10 x 15 cm
Tema da história: livre
Sem júri, sem custos, sem devolução
Data limite de envio:
 31 de dezembro de 2016

As obras serão alojadas e exibidas no Correio do Porto e divulgadas na página do Facebook. 

Será realizada uma exposição em espaço público em data e local a anunciar.
O Correio do Porto reserva-se no direito de não exibir as obras com caráter ofensivo. As obras farão parte do acervo do Correio do Porto.

Envio das obras para:

CORREIO DO PORTO
Rua Pádua Correia, 191, sala 5.1
4400-238 VILA NOVA DE GAIA
PORTUGAL

Com nome, morada, correio eletrônico caso tenha.



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sexta-feira

As 10 estratégias de manipulação mais comuns dos media, segundo o Noam Chomsky

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É um cara que dispensa maiores apresentações, não é verdade? Ele vem destrinchando o poder nem sempre óbvio da mídia como um todo nos corações e mentes das pessoas, como instrumentos de sua própria danação.

É como ele disse em outra situação: “A população em geral não sabe o que está acontecendo, e nem mesmo sabe que não sabe”.
"Noam Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação dos Media
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A estratégia da distração.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
2 - Criar problemas, depois oferecer soluções.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3 - A estratégia da gradação.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4 - A estratégia do deferido.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5 - Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6 - Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- Manter o público na ignorância e na mediocridade.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8 - Estimular o público a ser complacente na mediocridade.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9 - Reforçar a revolta pela autoculpabilidade.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10 - Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


Publicado originalmente em Coluna do Leitor


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