quarta-feira

Três concursos literários continuam com inscrições abertas. Ainda dá tempo!

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Para escritores, escrevinhadores e candidatos ao metiér. Ainda dá tempo! 

Ia dizer boa sorte, mas, não sei se cabe nestes casos, não é verdade?

- Prêmio São Paulo de Literatura (#Brasil)
a) Romances com primeira edição no Brasil no ano de 2016

b) Categorias: autor não estreante, autor estreante menor de 40 anos / maior de 40 anos

Premiação:

I) Prêmio em dinheiro

Prazo: 20 de abril de 2017

Mais informações, aqui.

- Concurso de Poesia Arte no Limite Humano
a) Aberto a todos os interessados

b) Inscrição pela internet (conforme o Regulamento)

Prazo: 28 de abril de 2017

Mais informações aqui.

- Prémio Literário Maria Rosa Colaço (#Portugal)
a) Voltado a cidadãos de nacionalidade portuguesa

b) Literatura Infantil

Premiação:
 
I) Prêmio em dinheiro

Prazo: 30 de abril de 2017

Mais informações aqui.
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É isso!

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segunda-feira

E aí, cadê os livros?... (e os leitores...?)

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Quando se fala em livros, mais especificamente na crise no universo dos livros, a idéia que nos surge são ‘só’ os romances e coisas do gênero, entre aspas, ou seja, a leitura em seu sentido mais cultural e/ou entretenimento.

O uso como aliado nos processos educacionais formais passa batido.

É que este binômio, cultura/entretenimento, vem encontrando adversários de peso sob a forma de milhões de celulares/smarts fones que inundam as cidades – quase um por habitante visível nas grandes cidades – o que configuram adversários, senão inimigos consideráveis. 

É a imagem mais comum: alguém passando o dedo na telinha em todo e qualquer lugar. Ver alguém lendo um livro... Pode-se até conceder um premio para quem vir um por aí.

Tudo isso aliado ao fato de o velho hábito de leitura não estar mais sendo ‘gerado’ via influencia/exemplo dos mais velhos em casa – leia-se pais – e sendo deixado meio de lado em outro local de ‘hábito/reprodução’ que seriam professores/escolas... Fica difícil.

Logo, com adversários de peso como enumeramos acima e sem aliados tradicionais... 

Veja que não fizemos referencia aos e-books, que, pelo visto atrapalham mais que ajudam nesta cruzada pro - livro.

Outro aliado de peso, a biblioteca, vem servindo mais como lugar de encontro para estudo /trabalho. Basta visitar uma e dar uma olhada em seu setor de empréstimos que, com certeza, estará às moscas.

A nível de empresas é um negócio como outro qualquer e se está “pegando” é hora de desativar, de mudar de ramo.

Uma saída seria atuação de governos, com políticas de incentivo ao livro, medidas que favoreçam tanto as empresas como ao livro/leitura em si, sobretudo no que se refere aos preços e facilidade de acesso. Como pode ver no primeiro link abaixo, sobre medidas tomadas que, ainda, não viraram moda, mas que contribuem neste sentido.
Veja também:
- Crise nas livrarias: a única saída é pensar em uma saída
Tivemos... O tempo do verbo é para não ficarmos fora dos novos tempos, já que o governo interino, pós-golpe vem investindo muito nesta área, sobretudo em desativar, desarticular, ‘desfinanciar... ’. Logo, a iniciativa local neste sentido, de estimulo ao livro, pode ter virado coisa do passado.

É o programa uma biblioteca por município dos ‘governos anteriores’. Veja aqui.
Como pode ver, é uma luta ‘sem quartel’, como se diz, e uma das frentes e a continuação, senão o resgate, de nosso apreço pelo binômio livro/leitura. É, parece a mesma coisas, mas nem todo mundo curte os dois

Eu, por exemplo, sou um aficionado, também, pelos livros. Como diriam, um bibliófilo típico.

E você, a quantas andam suas incursões nas páginas dos livros?

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sábado

Experimento prova que julgamos os livros pelas capas. Tem saída?

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Aliás, não só os livros. É público e notório que ‘a capa’ em qualquer situação costuma fazer a diferença, inclusive, sobretudo, em nossas relações pessoais.

Mas, voltando aos livros, para fugir do velho, e manjado, clichê, a saída é fazer o de praxe: leia alguma ‘coisa’ que saiu na mídia especializada sobre o dito cujo, e em contato com ele dê uma olhada ‘nas orelhas’, uma passada de olhos no prefácio, pince alguns pontos ao longo dele e dê uma sacada rápida... 

Daí terá mais chances de saber o que está, efetivamente, comprando (além da ‘capa’, é claro!). 

Este experimento foi feito nos EUA, mas, pelo menos em tese, não deve ter diferenças significativas em outros lugares.
Experimento prova que julgamos os livros pelas capas.
Você provavelmente já ouviu falar de Cinquenta Tons de Cinza, o romance erótico que virou um tremendo sucesso do dia para a noite.

Apesar de tanta gente ler (e gostar) do livro, nem todos os críticos ficaram impressionados com a qualidade da sua escrita. Ainda assim, é um declarado best-seller que conseguiu arrastar outras literaturas eróticas ao topo com ele.

Brian Brushwood e Justin Young, anfitriões do NSFW Podcast, notaram essa tendência enquanto Brian estava tentando vender seu livro sobre truques de mágica, “Scam School Book 2: Fire”. 

Olhando para o gráfico do iTunes, eles perceberam que o top 10 de livros mais vendidos era formado inteiramente por ficção erótica. 

A primeira coisa que pensaram? “Nós poderíamos fazer isso”. E é assim que um experimento inteligente começou. 

Eles pediram para seus ouvintes enviá-los capítulos do livro, com um personagem principal e muitas cenas de sexo mal escritas. Então, o eles reuniram os capítulos, criaram uma capa muito parecida com a de Cinquenta Tons de Cinza, atribuíram o livro a uma escritora ficcional (Patricia Harkins-Bradley), e o postaram no iTunes por 0.99 dólares (cerca de R$ 2).

Eles pediram a seus leitores para comprá-lo, e assim empurrá-lo um pouco nos gráficos, e aguardaram. Intitulado “The Diamond Club” (O clube do diamante, em português), o livro completamente escrito pela internet com um roteiro bagunçado e incoerente subiu para a 4ª posição de mais vendido no iTunes.

Por quê? Porque tinha uma capa inspirada em Cinquenta Tons de Cinza, personagens com trabalhos característicos que podem ser considerados “na moda”, como designer de cupcake, blogger, etc, e muito, mas muito sexo.

Isso é o suficiente para transformar um livro em um best-seller? Sim. Mesmo com as opiniões ruins de quem realmente leu o livro, só porque ele se parecia com qualquer outro romance erótico, vendeu como bala. Alegadamente, a dupla já ganhou mais de $20.000 (cerca de R$ 40 mil) com o romance.

Esta não é a primeira vez que algo do tipo aconteceu. Em 1969, 24 jornalistas escreveram um romance (Naked Came the Stranger) cheio de sexo com uma trama incoerente, má escrita, diálogo sem sentido e mais um pouco de sexo, só para provar o quão profundo a cultura literária americana tinha afundado. E nem precisou que a internet os ajudasse: o livro também se tornou um best-seller
[OddityCentral]


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quarta-feira

Campanha sobre o dia do bibliotecário premia o melhor post. Ainda dá tempo!

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 O interior de uma biblioteca na Antiguidade -Alexandria - com pergaminhos
Apesar do tempo curto, ainda dá pra participar. Veja abaixo!

"O Sistema Integrado de Bibliotecas (Sibi) da USP está promovendo a campanha #EuNaBiblioteca @sibiusp​, como uma forma de destacar a importância das bibliotecas e dos bibliotecários para as pessoas e para a sociedade. A campanha tem como objetivo premiar o autor do post que tiver mais curtidas, uma cortesia do ITMS Group.

A Campanha está no ar e termina às 23h59 do dia 12 de março, uma homenagem ao Dia do Bibliotecário. Para concorrer ao prêmio surpresa, os posts devem mencionar, além da hashtag #EuNaBiblioteca, o perfil do Facebook @sibiusp. Aproveite para curtir a fanpage do Sibi.

A postagem pode ser feita por qualquer pessoa (inclusive os bibliotecários) e a ideia é tirar uma selfie (a própria pessoa aparece na foto) em uma biblioteca, que pode ser a biblioteca do seu bairro, da sua cidade, da sua faculdade, escola, na sua casa, etc. O prêmio surpresa será entregue no dia 14 de março de 2017, durante o evento do Dia do Bibliotecário 2017. Mais informações no site do Sibi.

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Concurso internacional de Redação de Cartas. É, de cartas!

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Como pode ver no anúncio, o tema é bem sugestivo e temas/problemas para inspirá-la (o) não vai faltar.

O prazo para entrega não é longo, logo, é bom começar a elaborar a sua, carta, digo, sugestão de solução de um problema mundial grave.

Vejamos o tema: “Imagine que você é um assessor do novo secretário-geral da ONU, António Guterres. Qual é o problema mundial que você o ajudaria a resolver em primeiro lugar e de que forma você o aconselharia para isso?”.

A mídia está cheia de ‘temas’ o lance agora é com você e sua criatividade.

Só pra lembrar. O limite de idade para participação é de estudantes com até 15 anos, logo, se não é o seu caso, pode passar pra frente, tipo irmãos, filhos, colegas, conhecidos, parentes e aderentes.

Se é professor então!

Entrega nos Correios, é claro! Co-autor e promotor do evento.

Veja aqui, ONUBr, os detalhes da promoção.

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