segunda-feira

O que, de fato, acontece quando sentimos sono ao ler

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Há quem diga que o “culpado” poderia ser o próprio livro, mas, pelo visto ele é ‘inocente’.

Como vai ver abaixo, alguns ‘hábitos’ – não o de ler, é claro – podem induzir ao sono. 

Dê uma olhada.
"Ler dá sono?
Algumas pessoas afirmam categoricamente que ler dá sono. Todavia, essa questão está mais relacionada com o organismo e o meio do que propriamente com a leitura.

Muitas vezes, ao ler um livro, sentimos aquela sensação de sono incontrolável. Entretanto, será que o hábito de ler realmente é responsável por desencadear o sono?

Quando ficamos muito tempo acordados, nosso corpo começa a acumular adenosina no cérebro, uma substância capaz de inibir o nosso estado de vigília. O acúmulo de adenosina leva àquela vontade irresistível de dormir. Se você optar por realizar leitura à noite, por exemplo, seu corpo terá acumulado uma grande quantidade dessa substância e, consequentemente, você começará a dar breves cochilos.

Outro ponto relacionado com o sono é a produção de melatonina, uma substância produzida pela glândula pineal a partir da serotonina. A secreção de melatonina inicia-se normalmente à noite, mais ou menos duas horas antes do horário que uma pessoa está acostumada a dormir. Essa produção está diretamente relacionada com a baixa luminosidade, sendo assim, quanto mais escuro o ambiente estiver, maior será a sua síntese.

Como a melatonina é influenciada pela iluminação, se uma pessoa ler um livro em ambientes com pouca luz ficará sonolenta. É importante destacar que livros digitais, que são lidos em tablets, smartphones e computadores, não causam a mesma sensação de sono que os livros impressos, uma vez que emitem luz, o que impede a produção de melatonina.

Dessa forma, podemos concluir que não é o livro que causa sono, e sim o estado de cada pessoa e o ambiente e horário em que se inicia a leitura. Portanto, para evitar sonolência, opte por ler durante o dia e em ambientes com iluminação adequada.

Veja a seguir mais algumas dicas para evitar o sono durante a leitura:
- Evite ler deitado na cama ou sofá, pois isso pode causar um relaxamento dos músculos e levar à sonolência;
- Mantenha uma postura adequada durante a leitura;
- Ao sentir que está com sono, levante-se e, posteriormente, volte à leitura. Lavar o rosto pode ser uma boa saída;
- Procure ler temas que lhe deem prazer e estimulem seu gosto pela leitura.
        Curiosidade: Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, demonstrou que a leitura de livros digitais durante a noite influencia na qualidade do sono, desencadeando sono menos profundo e cansaço ao amanhecer. Sendo assim, o uso de equipamentos eletrônicos deve ser evitado, principalmente entre os adolescentes que apresentam dificuldade para acordar pela manhã.

Publicado por: Vanessa Sardinha dos Santos em Redação

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sexta-feira

Revista PERSEU abre chamada pública para sua edição de número 14

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Se você é um escrevinhador, ops! Escritor, ou simplesmente gosta de escrever e quer ver uma produção sua em uma revista de renome, de peso, está aberta a chamada pública para publicação em seu novo número.

É a revista “PERSEU”: História, Memória e Política, editada pelo Centro Sergio Buarque de Holanda de Documentação e História Política (CSBH), da fundação Perseu Abramo (FPA).

Você pode contribuir com artigos ou resenhas dentro do tema da nova edição: “Revolução e Cultura”.

O prazo para entrega vai até 24 de abril de 2017.

O endereço para o envio das contribuições é revistaperseu@fpabramo.org.br.

Para mais informações sobre as condições da chamada pública, clique aqui e acesse a íntegra do edital.

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terça-feira

Atenção escrevinhadores! Chamada para publicação de crônicas e microcontos

A Literalmente Intrigante é uma revista de publicação trimestral, completamente virtual e ecológica que visa a publicação de crônicas, contos e poesias de autores desconhecidos, auxiliando-os a ganhar destaque no meio, além de ter um espaço completamente reservado para resenhas de livros e filmes.

Antes de enviar tenha a certeza de que seu texto cumpre as seguintes normas:

- Os poemas e prosas devem ter no máximo duas páginas.

- As crônicas e microcontos não podem ultrapassar o tamanho de duas páginas e devem conter título.

- Os contos devem ter até seis páginas, título obrigatório.

- Os artigos não devem ultrapassar o tamanho de quatro páginas.

- Todo e qualquer texto deve ter o nome ou pseudônimo do autor, bem como sua cidade e estado no fim da página e se quiser um blog/site ou página do facebook para divulgação.

         - Os textos devem ser enviados em formato Word, com fonte Arial, tamanho 12, escritos em língua portuguesa.

Todo e qualquer texto que descumprir essas normas vai ser automaticamente desconsiderado.

A revista receberá poemas, contos, microcontos, crônicas e artigos para a sua 1ª edição até o dia 25 de março. Para mais informações, clique aqui.

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sexta-feira

O livro que fiz – encadernei... Usando o método artesanal/tradicional

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Eu ‘fiz um livro’. É, sua parte ‘física’. A ideia era fazer um ‘super caderno’ para que minha irmã menor usasse como um diário.

O processo foi o mesmo de montagem/construção de um livro no método tradicional. Acabei costurando alguns cadernos convencionais e montando um “livro” grosso, com capa dura e tudo o mais que tinha direito, para a iniciação de minha irmã em seu diário.

Na sequência eu restaurei um livro de poesias: Antologia da poesia colonial, lá de casa, que estava meio desmontando.

Digo na sequência porque foi preciso fazer um suporte de madeira para conseguir “costurar” os cadernos soltos daí aproveitei e recuperei – refiz a ‘costura’ – os cadernos soltos do livro.

Vendo um “costurador” – imagem acima –, agora, nessa pesquisa na internet me lembrei do meu passeio na tal da encadernação.

O detalhe é que eu mesmo fiz o ‘costurador’ usando minhas ‘habilidades’ de ‘marceneiro amador’. (eu era 'moleque', menino)

Achei o 'como fazer' em um livro que encontrei em uma biblioteca perto de casa, onde eu era ‘habituée’.

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terça-feira

E viva o Livro! Gigante editorial alemã aposta nos livros de papel

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E viva o livro de papel! É verdade, precisamos comemorar... Quem já tentou ler um “e-Book” sabe o “ó” que é a coisa.

A notícia é muito boa, pois, a onda de modernidade, entre aspas, que parece assolar o mundo, no bom e no mau sentido, vem “levando tudo de roldão” e deixando muita coisa boa, mesmo, pra trás.

Quem lê, sabe as diferenças. Um livro de papel, como se diz, é insubstituível.

Tomara que a moda pegue e voltemos a ter/ver livros sem aquele olhar preocupado/temeroso... Ou a nossa estante como algo meio vintage... Coisa de museu.
"Colosso midiático alemão aposta na força dos livros de papel
(Bloomberg) -- Você se lembra dos livros - sabe, aquelas coisas impressas com tinta em papel? Eles morreram com a chegada dos livros eletrônicos como o Amazon Kindle, não é? Não. As vendas de livros físicos subiram nos três últimos anos nos EUA e Thomas Rabe prevê grandes lucros com elas. O setor editorial "é e continuará sendo um dos nossos negócios básicos estratégicos", diz o CEO da Bertelsmann, um conglomerado alemão fundado em 1835 como editora de hinos de igreja que hoje emprega 117.000 pessoas em TV, revistas, educação e mais.

Rabe está prestes a aumentar sua participação de 53 por cento na Penguin Random House após sua sócia, a Pearson, revelar que planeja vender sua participação de 47 por cento. Em 2012, as duas empresas fusionaram seus ativos editorais para ganhar mais peso frente a nomes como Amazon.com, Apple e Google. Em 2015, a Penguin Random House, a maior editora do mundo, aumentou as vendas para 3,7 bilhões de euros (US$ 4 bilhões) frente a 2,7 bilhões de euros em 2013. Isso aconteceu graças à presença em mercados de crescimento rápido, como a Índia, e a grandes sucessos como o thriller de Paula Hawkins "A Garota no Trem" e a série "Cinquenta Tons de Cinza", de E L James. Em 2015, os lucros da editora deram um salto de mais de 50 por cento em relação ao ano anterior, para 557 milhões de euros, e a participação da Pearson poderia valer US$ 1,5 bilhão, estima a Liberum Capital.

Embora a Bertelsmann, controlada pela bilionária família alemã Mohn, não tenha fornecido detalhes específicos, Rabe diz que está interessado em comprar a participação da Pearson. "Faremos tudo para orientar essa empresa para um crescimento maior", disse ele. Uma aquisição seguiria o padrão de Rabe de aumentar seu compromisso com setores que ele considera fundamentais. Em 2014, ele comprou os 25 por cento da editora alemã de revistas Gruner + Jahr que a Bertelsmann não possuía, terminando uma parceria de 45 anos com a família Jahr. Um ano antes, a Bertelsmann assumiu a propriedade total da editora musical BMG Rights Management da casa de private equity KKR.

A aposta em livros seria grande para um setor que apenas alguns anos atrás era desprezado e considerado um dinossauro analógico na floresta digital. Uma análise dos dados desde a virada do século, com o aumento dos títulos digitais, dos audiolivros e das autopublicações (que excluem nomes como a Penguin Random House), há motivos para se preocupar. A receita das editoras não mudou muito nesta década, a informação antes obtida em categorias de livros que eram grandes geradores de lucro - pense em dicionários, enciclopédias e atlas - agora pode ser acessada on-line grátis. Contudo, os livros ainda produzem margens saudáveis para gigantes que se beneficiam de economias de escala quando produzem grandes sucessos dos autores mais populares. A Penguim Random House, dona de 250 editoras em cinco continentes, publicou cinco dos 10 livros de papel mais vendidos nos EUA no ano passado.

"O mercado de livros está muito melhor do que as pessoas projetavam há cinco anos", diz Ian Whittaker, analista da Liberum Capital.


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sábado

Chico Buarque recebe prêmio literário na França

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 O “poeta musical”, continua nos brindando com sua verve criativa, literária e colecionando reconhecimento internacional.

Chico Buarque é o vencedor do prêmio Roger Caillois 2016 na categoria Literatura Latino-Americana. O júri da premiação justificou a escolha pelo conjunto da obra, apontando que, além de sua reconhecida trajetória como cantor e compositor, Chico Buarque também é dramaturgo, autor de cinco peças de teatro, e romancista, com cinco livros publicados.

A premiação acontece em Paris no dia 30 de janeiro. Além de Chico Buarque, também serão premiados os escritores Régis Debray, na categoria Literatura Francesa; Alain Corbin, na categoria Ensaio; e Jacques Ancet, na categoria Tradução. Chico Buarque é o segundo brasileiro a receber o prêmio Roger Caillois. O primeiro foi o poeta, ensaísta e tradutor Haroldo de Campos em 1999.

Na categoria Literatura Latino-Americana já foram premiados, entre outros, os escritores Mario Vargas Llosa (2002), Alberto Manguel (2004), Ricardo Piglia (2008) e Roberto Bolaño. O prêmio Roger Caillois foi criado em 1991 pelo PEN Club da França, em parceria com a Casa da América Latina e a Sociedade dos Escritores e Amigos de Roger Caillois, sociólogo e crítico literário morto em 1978.

Na França, os livros de Chico Buarque são publicados pela editora Gallimard. O mais recente, “O Irmão Alemão”, relato sobre a busca do autor por um irmão desconhecido, foi traduzido para o francês em 2016. No Brasil, o romance foi publicado pela Companhia das Letras em 2014. Os outros romances publicados por Chico Buarque são “Estorvo” (1991), “Benjamin” (1995), “Budapeste” (2003) e “Leite Derramado” (2009).

Chico Buarque também publicou os livros “Chapeuzinho Amarelo” (1970), de literatura infantil; “Fazenda Modelo” (1974), relato alegórico sobre a ditadura militar no Brasil; e “A Bordo do Rui Barbosa”, relato de viagem escrito entre 1963 e 1964 e publicado em 1981. Também foram publicadas em livro suas peças teatrais “Roda Viva” (1967); “Calabar” (1973), co-escrita com o cineasta Ruy Guerra; “Gota d’Água” (1975); “Ópera do Malandro” (1978); e “O Grande Circo Místico” (1983).


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